O irmão João Afonso refere no seu livro "Um olhar fraterno" que Zeca a tinha comprado por 10 contos mas não chegara a lá viver pois a casa já nessa altura não tinha condições de ser habitada. Zeca nunca a recuperou e não chegou a mudar o registo para o seu nome.
1969 - "No decurso da peregrinação Zeca faz o único negócio que se lhe conhece da sua iniciativa. Compra por 10 contos, mediante ajuste verbal e entrega de dinheiro, uma casa tosca e exígua em plena aldeia de Monsanto (sem transmissão de jure)."
Dizia Zeca sobre a razão da compra da casa:
"Porque às vezes é preciso pôr lá fora alguns camaradas e vai servir para os esconder e passarem para Espanha."
A Câmara de Idanha-a-Nova intervenciona recuperando o imóvel por apresentar condições de risco.
No dia 27 de abril de 2014 é descerrada uma placa na casa do Zeca como documenta o plano das Festas.
A intenção era transformar esse espaço em uma casa-museu dedicada ao cantor mas pelo que se vê, nas fotos, não será tão cedo que essa vontade se torne realidade.
Fotos:
Alexandra Cidades
Fátima Régio
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Alfredo de Matos - Por trás daquela janela - manuscrito.
"A 22 de Julho de 1970, Zeca dedicou-me Por Trás Daquela Janela, Poema, por si criado e manuscrito, que posteriormente mo entregou.
Estava eu, então, preso no Forte de Caxias. Foi em Maio daquele ano, no dia 3, que a PIDE assaltou, simultaneamente, no Distrito de Setúbal, de madrugada, oito casas, prendendo oito cidadãos: quatro, em Setúbal – Carlos Lopes, António Gonçalves, Fernando Carlos e Zacarias Fernandes. Um, na Moita – Staline Rodrigues. Um, em Alhos Vedros – Leonel Coelho. Dois, no Barreiro – Álvaro Monteiro e Alfredo de Matos."
Imagens:
Alfredo de Matos na época e o manuscrito do poema
Estava eu, então, preso no Forte de Caxias. Foi em Maio daquele ano, no dia 3, que a PIDE assaltou, simultaneamente, no Distrito de Setúbal, de madrugada, oito casas, prendendo oito cidadãos: quatro, em Setúbal – Carlos Lopes, António Gonçalves, Fernando Carlos e Zacarias Fernandes. Um, na Moita – Staline Rodrigues. Um, em Alhos Vedros – Leonel Coelho. Dois, no Barreiro – Álvaro Monteiro e Alfredo de Matos."
Imagens:
Alfredo de Matos na época e o manuscrito do poema
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Zeca Afonso na Falagueira
Zeca Afonso por Odeith no âmbito da segunda edição do "Conversas na Rua" com o apoio da Câmara Municipal da Amadora.
Local: Rua António Duarte Caneças
Graffiti: Odeith
Fotografia (de 7 a 12out2016):
Catarina Martins
Mário Lima
Música:
"Traz Outro Amigo Também" de José Afonso
Montagem:
Mário Lima
Obra realizada entre 7 a 11 de outubro de 2016
Local: Rua António Duarte Caneças
Graffiti: Odeith
Fotografia (de 7 a 12out2016):
Catarina Martins
Mário Lima
Música:
"Traz Outro Amigo Também" de José Afonso
Montagem:
Mário Lima
Obra realizada entre 7 a 11 de outubro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
José Afonso - Cantares de José Afonso
A 1ª edição de 1964 tinha sido censurada. Em 1969 sai a 2ª edição com uma alteração. O tema "Ó Vila de Olhão" tocada por Rui Pato e cantada pelo Zeca, foi substituida por uma faixa instrumental a cargo do Conjunto de Guitarras de Jorge Fontes.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Grupo "De Outra Margem" canta José Afonso
O Grupo "De Outra Margem" formado por instrumentistas galegos e cantor português, interpretam aqui três temas de José Afonso.
- Os índios da Meia-Praia
- Menino d'Oiro
- As sete mulheres do Minho
- Os índios da Meia-Praia
- Menino d'Oiro
- As sete mulheres do Minho
sábado, 1 de outubro de 2016
Germano Rocha canta José Afonso
Do LP Germano Rocha - Editora: Barclay 86112 Standard - 1965
- No Lago do Breu,
- Vampiros
- Senhor Poeta
- Menino do Bairro Negro
- No Lago do Breu,
- Vampiros
- Senhor Poeta
- Menino do Bairro Negro
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